segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Alguém disse que a Felicidade,ela mesma,dura sempre mas nunca perdura...O que acaba por ser uma contradição deveras desconfortável.Porque por alguma razão,alheia aquilo que tínhamos como certo,nunca deixamos alguém totalmente feliz,nunca tornamos alguém completamente realizado porque o nosso Poder na Vida de Alguém é basicamente nulo,sendo que não vivemos na plenitude dessa Alguém.

Nunca há certezas nem garantias no baralho da Vida.Há sempre as suposições hipotéticas,há sempre as desconhecidas certezas da Fatalidade inerente ao dramatismo exacerbado.

A cisma aliada à perseguição das ideias escondidas tende a exercer em nós uma dualidade muito própria do comum dos mortais.

Em todas as fases esconde-se alguma perspicácia evidenciada na Saturação...

Oxalá existisse bravura ao invés da covardia,do "deixar andar",do virar o olhar às verdades inconsequentes...

Nada foi tomado como certo e é no momento mais ou menos dolor da perda,que nos apercebemos disso...!

1 comentário:

m.Isabel Fidalgo/Ibel disse...

Só o conceito de felicidade é eterno.O mais são retalhos.Como este belo pedaço de prosa.
Escreve muito bem, Betânia.