domingo, 13 de abril de 2008

Selecção

A espera tem tanto de ilimitado como de reconfortante...tanto de tudo,tanto de nada,tanto de alguma coisa...tanto de expectativa como de desespero,tanto de maldade como de bondade ainda que pouca...É animadora mas com um nada de assustador, e é para isso que nos apoiamos no Tempo que nos dá,que nos tira,que nos foge à verdade e que nos alimenta da mentira...
Jogar com o Tempo desafia-nos a sermos quem somos e a procurarmos quem nunca seremos...
Usamos de armas comprometedoras que não nos ilibam de qualquer tipo de cumprimento no dia de julgamento,sendo que esse dia são todos os que nos tragam o melhor e o pior de nós mesmos.
Porquê não agradecermos?Porquê não aprendermos a buscar dentro de nós um bocadinho de nada que se reflicta em tudo o que projectamos nos outros?Porquê não avançarmos para a Guerra tendo perdido a Batalha?Porquê não dispensarmos o indispensável,sendo quem os outros nunca gostariam de ver em nós,o que eles mesmo são?

1 comentário:

Diogo Lopes disse...

Tens Razão!
A Espera é antitética pois a ela pertencem o lado bom e brilhante da exsitência e o lado mau e negro da mesma.
Jogar com o tempo faz com que nos entreguemos de corpo e alma á Guerra da descoberta do nosso Ser intrinseco que nunca conseguiremos na realidade ser!
E concordo absolutamente que deveriamos agradecer por tudo!
Seria uma atitude honrável e digna!

Bjao